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O time do aterro mais uma vez demonstra que o que aconteceu em 2006, foi efetivamente um aborto do mundo do futebol. Claro, que os astros do futebol não agiram sozinhos. O arbitro do jogo contra o Nacional, que anulou de forma escandalosa dois gols legítimos do time uruguaio, também merece crédito e deveria ter seu busto erguido na Padre Cacique, talvez ao lado de Gabiru, o maior ídolo.
Mas o que chama a atenção, é que o time vermelho após conquistar uma Libertadores, mesmo com um grande time no papel, segue acumulando repetidos fracassos. Conseguiu a façanha no ano passado, de ser o único vencedor da Copa que foi eliminado na primeira fase do ano seguinte. Feito esse que nem o seu similar Once Caldas conseguiu. E o pior ainda foi ver o Imortal Tricolor chegar a uma final com um time limitado. Até em sétimo colocado do ruralito conseguiram ficar. Parece um pedido de desculpas por terem se intrometido indevidamente na história do futebol mundial.
Analistas e especialistas da crônica, não entendem como o time do papel não mostra resultado em campo. A explicação é simples: não tem a alma, camisa e a tradição. Na Azenha temos de sobra esses predicados. Levantamos todas as taças possíveis e muitas com times capengas e de fraca expressão técnica. O manto tricolor transforma os jogadores em guerreiros que dão a vida pela sua segunda pele. Aqui passam-se os anos, os jogadores, mas os ídolos não são esquecidos e eles também nunca esquecerão do GRÊMIO.
Adeus amargos, o sonho de disputar uma Libertadores no centenário, já está se transformando em “sem ter nada”.

criado por rafa.tosh
23:55:38